“Emanuel me ataca porque vou tirar a sujeira debaixo do tapete”

Prefeito de Cuiabá ironizou a pré-candidatura de Fábio Garcia; secretário reagiu e citou temor de Emanuel

DA REDAÇÃO

O secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), reagiu aos ataques feitos pelo prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), por conta da pré-candidatura dele para o Palácio Alencastro, nas eleições de 2024.

Para Garcia, a reação do prefeito se deve ao temor da possibilidade de sua eleição. 

“Emanuel Pinheiro é o pior prefeito da história de Cuiabá. Reprovado por uma grande parcela da população. Os ataques dele à minha pessoa ocorrem porque sabe que se eu for eleito prefeito vou tirar o município dos braços da corrupção e devolver ela à população”, disse.

Garcia ressaltou que ao invés de perder tempo falando de Emanuel, tem trabalho junto ao governador Mauro Mendes para destravar obras na Capital. 

Nesta terça-feira (19), ele esteve vistoriando o novo Hospital Júlio Muller e a nova ponte sobre o Rio Cuiabá, construída entre os bairros Parque Atalaia, na Capital, e Parque do Lago, em Várzea Grande, que vai interligar duas regiões muito populosas de Cuiabá e Várzea Grande, como o Parque Cuiabá e o Grande Cristo Rei.

“Será uma ótima alternativa para que o trânsito envolvendo essas duas importantes regiões seja aliviado. Isso é ter gestão, trabalhar com seriedade e compromisso com o dinheiro público”, afirmou.  

Reconstrução da cidade

Ele também disse que o Governo do Estado não está poupando esforços para contribuir com o desenvolvimento da Capital. E que a atual gestão já investiu R$3 bilhões nas áreas de infraestrutura, saúde, educação e ações sociais.

Por fim, ele pontuou que o próximo prefeito de Cuiabá precisará ter como foco principal a reconstrução da cidade.

“Minha vida toda é pautada pelo trabalho sério, já participei de uma gestão do município que trouxe muitos benefícios para a população. Já o Emanuel foi incapaz de garantir atendimento em saúde para as pessoas, vimos isso de forma bem clara”, disse.

“Deixou a cidade sem médicos e enfermeiros, sem equipamentos para exames e cirurgias, sem medicamentos e com unidades funcionando de forma precária, não tem moral para falar da ninguém”, completou.

DO MIDIANEWS