Mais que um show, Luan Santana construiu uma cidade, marcou história e fez uma grande festa na Vila Itororó, patrimônio cultural de SP. Daí o nome LUAN CITY, DVD registrado ontem (20), no local que já funcionou como primeira vila urbana da capital paulista e foi criada em 1922.
A gravação começou às 19h30 e durou três horas, contando com as participações especiais de Chitãozinho e Xororó, Luísa Sonza, Henrique e Juliano. Com previsão para final de janeiro, o lançamento será o primeiro áudio visual pela gravadora Sony Music. Na plateia, entre os amigos famosos, Tierry com sua Gabi Martins, Maísa, Daniel Caon, Arthur Aguiar, Laura Brito, Dani Calabresa e Renata Bras.
Com direção de Zé Carratu e Gui Dalzotto, produção musical de Lucas Santos, LUAN CITY traz 19 músicas, sendo 16 inéditas. Destaque para “Erro planejado” ( com Henrique e Juliano), “Hábito” (com Chitão e Xororó) e “Coração Cigano” (com Luísa Sonza). “Morena”, que figura no top five das mais tocadas do ano, abriu a noite.
“Eu idealizei o ‘Luan City’ com a concepção de uma grande festa capaz de abraçar as pessoas da plateia como parte do espetáculo. Por isso, produzimos três palcos bem na altura que o público pudesse estar bem perto de mim e vice versa. Minha ideia é realmente trazer uma nova sonoridade para a minha história. Quero as pessoas envolvidas nesse mundo, nessa cidade que a gente criou para que tudo seja uma grande tribo que vai juntar todos em nome da alegria, da emoção e da energia que envolve o repertório”, explica Luan.
O repertório traz músicas que se debruçam sobre questões de amor com temáticas que envolvem traição, saudades e perdas, mas não se engane: 95% das composições são norteadas por muita pulsação e energia, prontas para fazerem o público tirar o pé do chão e se entregar a coreografias ao gosto de cada um. Em linhas gerais, as canções têm uma pegada latina, como se fosse a junção do arroxa brasileiro, que se tornou tão popular no sertanejo, com o ritmo da quizomba, da tarraxa, com influências do reggaeton latino. E teve muito romantismo também, em meio a um enredo que trouxe números circenses, interação com maquiagem fluorescentes que brilham no escuro, e tatuagem: a ideia foi fazer com que as pessoas entrassem em um outro universo, uma cidade utópica, longe da vida real. E Luan conseguiu! Mais um capítulo de como a música tem de envolver com arte e criatividade. Bem vindo a LUAN CITY!
Fonte: Gazeta digital

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